sábado, 2 de janeiro de 2021

Com bandeira amarela, conta de luz fica mais barata em janeiro


A conta de luz dos brasileiros ficará levemente mais barata no mês de janeiro em comparação a dezembro, definiu a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A bandeira tarifária passa a ser a amarela neste mês, o que significa uma cobrança extra de R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos.

Em dezembro, havia sido acionada a bandeira vermelha patamar 2, com uma tarifa extra de R$ 6,24 pela mesma quantidade de energia.

O aumento, no mês passado, foi devido à queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia, antes diminuído pela pandemia da Covid-19.

Agora, a regressão à bandeira amarela se deve a previsões hidrológicas positivas para o período de janeiro, com sinalização de elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios do SIN (Sistema Interligado Nacional). Com isso, espera-se mais capacidade de produção de energia hidrelétrica e, logo, a queda no preço na conta de luz.

Esta é a segunda vez, desde o início da pandemia de Covid-19, que a Aneel decide acionar uma bandeira tarifária não isenta de cobrança.

Em maio, a reguladora havia decidido manter a bandeira verde (sem cobrança extra) acionada até 31 de dezembro.

No entanto, a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a volta do consumo de energia levaram ao acionamento da bandeira tarifária vermelha, que agora regrediu para a amarela.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no país.

Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2.


 

Prefeito Keko do Armazem assume mandato no Cabo

O prefeito eleito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém (PL), tomou posse na manhã desta sexta-feira (1°), na Câmara de Vereadores do município, ao lado do vice-prefeito, José de Arimatéia (Solidariedade). A sessão foi conduzida pela vereadora mais votada na cidade nas eleições de 2020, Maria Tereza Claudina de Araújo Silva, conhecida como Tereza da Bomboniere, que também empossou mais 21 vereadores.

Keko do Armazém foi eleito com 54.305 votos, o que corresponde a 47,56% dos votos válidos. Durante o seu discurso na Câmara de Vereadores o prefeito agradeceu a confiança do povo cabense. “O povo depositou uma confiança muito grande em mim, Arimatéia e e em todos os 21 vereadores empossados aqui. Temos uma grande missão e conto com vocês para montar uma cidade justa onde a população tem voz e vez”.

Após a cerimônia, Keko do Armazém dirigiu-se para o Centro Administrativo Municipal (CAM1) onde recebeu simbolicamente a faixa prefeital entregue pela sua mãe Maria de Lurdes Marques. “Hoje daremos o primeiro passo de uma longa caminhada na busca por uma cidade melhor e mais justa. Estarei nas ruas de manhã, de tarde e de noite, conversando com os mais simples cidadãos de nossa cidade, mas entendendo que o Cabo é uma das maiores potências de Pernambuco e podemos nos tornar referência como a cidade que mais emprega e oferece serviços de qualidade para o povo”, ressaltou o chefe do Executivo. 

Por causa da pandemia do novo coronavírus, houve restrição na quantidade de convidados para a cerimônia e foi montada uma estrutura com telão e cadeiras para que o povo pudesse acompanhar a transmissão do evento. O uso de máscara e álcool em gel foi obrigatório. Ao fim do evento, o prefeito reuniu-se com os secretários para uma reunião.

 

Começar do “zero” ou dar continuidade? O desafio que os novos prefeitos vão enfrentar a partir desta sexta (1º)

A partir desta sexta-feira (1º), novos prefeitos vão tomar posse em todo o País. E, além do desafio de assumir os municípios em meio à pandemia da Covid-19, os gestores devem decidir se vão dar continuidade aos programas sociais, políticas públicas e obras que a gestão anterior deixou.

A regra que costuma imperar Brasil adentro é de que os feitos do mandatário anterior, principalmente se for de um partido da oposição, devem ser interrompidos. O que prevalece, segundo especialistas ouvidos pelo portal Brasil61.com, é o jogo político. Começa-se tudo do zero.

Fundador e secretário geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco destaca que a descontinuidade administrativa é um dos males da administração pública brasileira, das prefeituras até a União. “Aquele governante que acabou de ser eleito, ao invés de concluir as obras passadas, prefere iniciar as suas próprias, porque ele acha que iniciando as suas obras, as mesmas terão a sua marca. É uma questão política, mas que prejudica profundamente os cidadãos”, avalia.

Segundo Nauê Bernardo Azevedo, cientista político e advogado especialista em direito público, há várias explicações para que programas sociais considerados positivos pela população sejam interrompidos quando um novo gestor assume o cargo. “A vontade desse novo gestor eleito trazer programas que tenham o seu carimbo, o seu nome, alguma forma de fazer com que as pessoas lembrem especificamente de sua figura enquanto detentora deste cargo eletivo”, cita.

No entanto, há casos em que há ausência de recursos financeiros permitam a continuidade, ele explica. O fim do Auxílio Emergencial, embora este não seja uma política pública a nível municipal, é o exemplo de um programa social que não deve continuar devido ao impacto fiscal que teria aos cofres públicos federais.

Prejuízo

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), em 2018, identificou mais de 14 mil obras paradas em todo o País. Esses empreendimentos inacabados já custaram R$ 70 bilhões aos cofres públicos, destaca Gil Castello Branco. Para ele, a interrupção de programas sociais e políticas públicas apenas por motivos políticos traz prejuízos para a população. “O maior prejuízo é da sociedade. Isso vale tanto para as obras, quanto para as políticas públicas, porque a interrupção dessas políticas públicas causa inúmeros problemas para aqueles que, até então, vinham sendo os beneficiários”, alerta.

Para Bernardo, a descontinuidade de boas políticas públicas por interesses políticos é ruim para a população e, sobretudo, para os beneficiários de tais iniciativas. Ele dá um conselho para os gestores que vão tomar posse em janeiro. “Que esses novos prefeitos lembrem que eles vão e a prefeitura, o município fica, e que os cidadãos vão continuar precisando daqueles recursos e programas que são bons. Ter essa noção de que há uma continuidade com ou sem ele é muito importante.”, afirma.

De olho na LRF

Gil Castello Branco chama a atenção para o que diz o artigo 45 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). No que diz respeito ao início de novos empreendimentos, a lei proíbe que novas obras comecem sem a conclusão das anteriores. “Ferindo a LRF, pode ensejar uma ação do Ministério Público, dos Tribunais de Conta. Inclusive, o novo prefeito pode ser responsabilizado, até mesmo por crime de responsabilidade”.

Ele destaca, no entanto, que é necessário haver dinheiro em caixa para que o prefeito dê seguimento a uma ação.  “Caso isso não tenha acontecido, ou seja, não tenha recursos para concluir aquilo que foi iniciado na gestão passada, aí o prefeito que saiu ele tem que ser responsabilizado”, diz.  |Brasil 61|

 

Veja os números sorteados na Mega da Virada de R$ 325,2 milhões




 A Caixa Econômica Federal sorteou, nesta última quinta-feira de 2020 (31), o concurso mais esperado do ano: a Mega da Virada.

Confira os números sorteados e veja se você foi o sortudo da vez: 22 – 35 – 17 – 41 – 20 – 42.

O prêmio para a aposta que acertar sozinha as seis dezenas do jogo está estimado pelo banco em R$ 325,2 milhões, o maior da história das Loterias da Caixa.

Em instantes a Caixa deve divulgar se alguém acertou todos os números e ganhou a bolada. Caso não haja nenhum sortudo, o valor será pago a quem fizer cinco acertos e assim por diante. O prêmio não acumula.

Os ganhadores têm até 90 dias para resgatar o prêmio, sob o risco de ficarem sem a grana.

Foram feitas mais de 260 milhões de apostas em todo o país, totalizando R$ 1,17 bilhão em arrecadação. As apostas paralelas para o concurso especial começaram no dia 16 de novembro e as exclusivas iniciaram no dia 19 de dezembro, finalizando às 17h de hoje.

E SE EU GANHAR?

Se você ganhar, pode retirar o prêmio em qualquer casa lotérica ou em uma agência da Caixa. Se o valor for maior que R$ 1.903,98, o pagamento será feito somente na agência do banco. Será necessário apresentar documento de identidade oficial e original com foto, CPF e recibo da aposta premiada.

Para jogos feitos pela internet, é possível solicitar a transferência on-line, via Mercado Pago, de prêmios de até R$ 1.903,98. Quem for a uma lotérica deve apresentar o comprovante da aposta impresso, com código de barras, além de apresentar o código de resgate (com seis dígitos) que será gerado no site Loterias Caixa e vale por 24 horas. Outra opção é gerar um QR Code, que vale por uma hora. Nesse caso não é necessário imprimir.

Quem jogou pela internet e for receber o prêmio em uma agência deve acessar o portal Loterias Caixa, selecionar “agência” como local de pagamento , imprimir o comprovante e comparecer ao banco com documento oficial.

Em 12 anos da história da Mega da Virada, a Caixa já pagou R$ 2,6 bilhões a 107 ganhadores. 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Prefeito eleito do Cabo, Keko do Armazém anuncia secretariado nesta segunda-feira (21)




 O prefeito eleito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém (PL), anuncia, nesta segunda-feira (21), os nomes dos secretários de governo. Os integrantes do primeiro escalão do governo a partir de 2021 serão anunciados às 15h. Haverá uma entrevista coletiva de imprensa no Hotel Intercity Suape Costa Dourada, em Garapú, no Cabo. Keko foi eleito com 47,56% dos votos Após uma corrida acirrada durante a campanha eleitoral, o Cabo de Santo Agostinho elegeu, nas eleições do dia 15 de novembro, o novo prefeito para o mandato 2021-2024. Keko do Armazém (PL), atual vice-prefeito da cidade, venceu a disputa com 47,56% dos votos, um total de 54.305 eleitores. Lula Cabral (PSB), candidato à reeleição, ficou logo atrás, com 29,29%, totalizando 33.449 eleitores. Keko e Lula estão rompidos politicamente na cidade do Cabo de Santo Agostinho, apesar de serem viceprefeito e prefeito, respectivamente. Lula Cabral chegou a ser preso no começo de 2020 e foi solto com o uso da tornozeleira eletrônica. O “adereço” foi usado por opositores na campanha, em protesto quase carnavalesco. Além de Keko e Lula Cabral, o Cabo tinha como candidatos Delegado Resende (Podemos), com 19,06% dos votos, Ezequiel do PT (PT), 2,34%, Tadeu dos Anjos (PCdoB), 1,56%, e Cristiano Romão (PCB), com 0,18% dos votos.

Fonte:blogjamildo